o livro é seu. eu te dedico.
"Querido amigo Wendell,eu pretendia entregar-lhe esta surpresa pessoalmente mas,como as circunstâncias impediramnosso encontro, aqui vai a surpresa carregada com o mesmo carinho.Do seu amigoPedro 2012”
e"Dedico este livro ao meu jovem amigoWendell Reis Silva, de Betim, Minas Gerais.”>Robin Hood - A Lenda da Liberdade . Pedro Bandeira 
>Enviada por Wendell Silva (coleção particular)
>Ele conta: Desde criança, sempre fui louco por leitura. Especialmente, adorava os livros de aventura, como os da Coleção Vagalume e os da série “Os Karas”, do Pedro Bandeira. Na minha adolescência, com o frenesi do Orkut, descobri o email do Pedro e quis me corresponder com ele. Ele, muito gentil, respondeu a meu email. Depois disso, eu já mandava sugestões para a nova aventura dos Karas, as quais ele aceitava, dizendo que minhas ideias eram boas. Eu cresci, mas aquela ingênua troca de emails se transformou em uma grande amizade com o autor, que foi um iniciador da leitura em minha vida. Recebi livros autografados, dei livros a ele também - tudo de uma forma natural e bonita. Pois bem, em maio, conheceria ele pessoalmente na bieneal do livro em BH (um dia depois do meu aniversário). No entanto, a chuva acabou com a bienal nos dois últimos dias - um deles justamente o que eu iria encontrar o Pedro. Depois fiquei sabendo que ele preparava uma surpresa para mim, que seria revelada no dia da bienal. Recebi a surpresa pelos Correios, que foi um livro dedicado para mim. É um livro infantil, é certo, mas para mim (aos meus 20 anos) a dedicatória do Pedro é a mais linda tradução de uma relação entre literatura, amizade e história. É o meu livro. É minha dedicatória. Sempre será.Ps.: Conheci o Pedro em Junho, num evento no SESC Palladium.

"Querido amigo Wendell,

eu pretendia entregar-lhe esta
surpresa pessoalmente mas,
como as circunstâncias impediram
nosso encontro, aqui vai a surpresa
carregada com o mesmo carinho.

Do seu amigo
Pedro
2012”

e

"Dedico este livro ao meu jovem amigo
Wendell Reis Silva, de Betim, Minas Gerais.”




>Robin Hood - A Lenda da Liberdade . Pedro Bandeira

>Enviada por Wendell Silva (coleção particular)

>Ele conta: Desde criança, sempre fui louco por leitura. Especialmente, adorava os livros de aventura, como os da Coleção Vagalume e os da série “Os Karas”, do Pedro Bandeira. Na minha adolescência, com o frenesi do Orkut, descobri o email do Pedro e quis me corresponder com ele. Ele, muito gentil, respondeu a meu email. Depois disso, eu já mandava sugestões para a nova aventura dos Karas, as quais ele aceitava, dizendo que minhas ideias eram boas. Eu cresci, mas aquela ingênua troca de emails se transformou em uma grande amizade com o autor, que foi um iniciador da leitura em minha vida. Recebi livros autografados, dei livros a ele também - tudo de uma forma natural e bonita. Pois bem, em maio, conheceria ele pessoalmente na bieneal do livro em BH (um dia depois do meu aniversário). No entanto, a chuva acabou com a bienal nos dois últimos dias - um deles justamente o que eu iria encontrar o Pedro. Depois fiquei sabendo que ele preparava uma surpresa para mim, que seria revelada no dia da bienal. Recebi a surpresa pelos Correios, que foi um livro dedicado para mim. É um livro infantil, é certo, mas para mim (aos meus 20 anos) a dedicatória do Pedro é a mais linda tradução de uma relação entre literatura, amizade e história. É o meu livro. É minha dedicatória. Sempre será.

Ps.: Conheci o Pedro em Junho, num evento no SESC Palladium.





"Ao Bruno
para queo leopardofiquemenostriste
Jocaago2013”
>A Tristeza Extraordinária do Leopardo-das-Neves . Joca Reiners Terron
>Enviada por Bruno da Costa  (coleção particular)
>Ele conta: Segunda-feira seca, quando as coisas vieram se apresentando à contramão daquilo que se desejou para o dia, veio a BH o Joca Reiners Terron para lançar “A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves”. Já tive ótimas referências da ficção do Joca e resolvi ir ao evento, motivado também pela beleza do título do romance (sim, quando eu era adolescente comprava livros pelo título). Chegando lá, o livro, editado pela Companhia das Letras, custava fantásticos R$10,00. Eu compro e ele me dá um autógrafo um tanto quanto esperado - tendo em vista o diálogo explícito - mas que me veio a calhar, e como veio!

"Ao Bruno

para que
o leopardo
fique
menos
triste

Joca
ago
2013”


>A Tristeza Extraordinária do Leopardo-das-Neves . Joca Reiners Terron

>Enviada por Bruno da Costa  (coleção particular)

>Ele conta: Segunda-feira seca, quando as coisas vieram se apresentando à contramão daquilo que se desejou para o dia, veio a BH o Joca Reiners Terron para lançar “A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves”. Já tive ótimas referências da ficção do Joca e resolvi ir ao evento, motivado também pela beleza do título do romance (sim, quando eu era adolescente comprava livros pelo título). Chegando lá, o livro, editado pela Companhia das Letras, custava fantásticos R$10,00. Eu compro e ele me dá um autógrafo um tanto quanto esperado - tendo em vista o diálogo explícito - mas que me veio a calhar, e como veio!

"19/07/13Para Vanessa,
Por todo o carinho que me foi entregue, devolvo hoje, em letras, qualquer coisa doce que te faça sorrir bonito.
Que não nos falte AMOR!
Beijo, Jaya”

>Líricas . Jaya Magalhães
>Enviada por Vanessa Ferreira (coleção particular)
>Ela conta: Comprei esse livro da própria autora, que acompanho desde os tempos de blog (http://liricass.blogspot.com.br/). E assim como tudo que tem dentro dele… a dedicatória é um encanto.

"19/07/13

Para Vanessa,

Por todo o carinho que me foi
entregue, devolvo hoje, em
letras, qualquer coisa doce
que te faça sorrir bonito.

Que não nos falte
AMOR!

Beijo, Jaya”



>Líricas . Jaya Magalhães

>Enviada por Vanessa Ferreira (coleção particular)

>Ela conta: Comprei esse livro da própria autora, que acompanho desde os tempos de blog (http://liricass.blogspot.com.br/). E assim como tudo que tem dentro dele… a dedicatória é um encanto.

Para a Adrianauma lembrança e a rima, Mario QuintanaP. al. 1981
>Esconderijos do Tempo . Mario Quintana
>Enviada por Adriana Maria (coleção particular . encontrada em sebo)
>Ela conta: Essa dedicatória não foi feita pra mim, mas resolvi adotá-la. Foi escrita no ano que eu nasci. Estava meio namorando com um cara 20 anos mais velho ( eu tinha 27 na época) e ele lembrou que tinha comprado esse livro num sebo em Florianópolis com uma dedicatória do próprio Quintana. Ele me mandou a foto da dedicatória ( como bom colecionador, não me deu o livro), que acabou funcionando como uma “rededicatória”.O lance do tempo, diferença de idade entre nós e o fato de ter sido assinado no ano em que nasci fez todo o sentido pra mim…

Para a Adriana
uma lembrança
e a rima,

Mario Quintana
P. al. 1981


>Esconderijos do Tempo . Mario Quintana

>Enviada por Adriana Maria (coleção particular . encontrada em sebo)

>Ela conta: Essa dedicatória não foi feita pra mim, mas resolvi adotá-la.
Foi escrita no ano que eu nasci.
Estava meio namorando com um cara 20 anos mais velho ( eu tinha 27 na época) e ele lembrou que tinha comprado esse livro num sebo em Florianópolis com uma dedicatória do próprio Quintana. Ele me mandou a foto da dedicatória ( como bom colecionador, não me deu o livro), que acabou funcionando como uma “rededicatória”.
O lance do tempo, diferença de idade entre nós e o fato de ter sido assinado no ano em que nasci fez todo o sentido pra mim…



"ParaLeda e Geraldo Galvão Ferraz,queridos amigos; é uma alegria revê-los, nesta Sampa do meu coração.Beijo e abraços ternos e eternos(assinatura ou rubrica do autor, Antonio Torres)SP, 17.6.97”>O Cachorro e o Lobo . Antônio Torres >Enviada por Adauri Antunes (coleção particular . encontrada em sebo)
>Ele conta: Achei esse livro na estante de um sebo em Pinheiros. Peguei para olhar sem muito interesse. Quando vi a dedicatória não tive dúvida em levar.Geraldo Galvão Ferraz, o Kiko, a quem Antonio Torres dedicou seu romance, morreu no dia 8 deste fevereiro de 2013. Ele era filho da escritora e militante Patrícia Galvão, a Pagu, e do escritor Geraldo Ferraz. Tinha 71 anos e morava em São Sebastião (SP).

"Para
Leda e Geraldo Galvão Ferraz,
queridos amigos; é uma
alegria revê-los, nesta
Sampa do meu coração.
Beijo e abraços ternos e eternos
(assinatura ou rubrica do autor, Antonio Torres)
SP, 17.6.97”



>O Cachorro e o Lobo . Antônio Torres

>Enviada por Adauri Antunes (coleção particular . encontrada em sebo)

>Ele conta: Achei esse livro na estante de um sebo em Pinheiros. Peguei para olhar sem muito interesse. Quando vi a dedicatória não tive dúvida em levar.
Geraldo Galvão Ferraz, o Kiko, a quem Antonio Torres dedicou seu romance, morreu no dia 8 deste fevereiro de 2013. Ele era filho da escritora e militante Patrícia Galvão, a Pagu, e do escritor Geraldo Ferraz. Tinha 71 anos e morava em São Sebastião (SP).

"Para prof. Otavio Fanali,com abraço do Oscar Niemeyer
1961”
>Minha Experiência em Brasília . Oscar Niemeyer
>Enviada por Ana Virginia Vieira Fanali (coleção particular)
>Ela conta: Este livro eu encontrei nas coisas do meu pai, que faleceu em Out/12. Livro de Oscar Niemeyer, que trata da experiência dele em Brasília, sobre a construção de Brasília. Foi dedicado pelo próprio Oscar Niemeyer ao meu pai, no ano de 1961, que então morava em Brasília.
Ficam as lembranças, os sentimentos… saudades eternas do meu pai.

"Para prof. Otavio Fanali,
com abraço do
Oscar Niemeyer

1961”


>Minha Experiência em Brasília . Oscar Niemeyer

>Enviada por Ana Virginia Vieira Fanali (coleção particular)

>Ela conta: Este livro eu encontrei nas coisas do meu pai, que faleceu em Out/12. Livro de Oscar Niemeyer, que trata da experiência dele em Brasília, sobre a construção de Brasília. Foi dedicado pelo próprio Oscar Niemeyer ao meu pai, no ano de 1961, que então morava em Brasília.

Ficam as lembranças, os sentimentos… saudades eternas do meu pai.

"para Ariane, estes bagaços da vida,com um beijo do Nicolas”.
>O Bagaço da Laranja . Nicolas Behr
>Enviada por (coleção particular)
>Ela conta: Ganhei esse livro de um poeta marginal, brasiliense por amor e nostálgico por mérito, chamado Nicolas Behr; a obra dele é uma pérola da literatura brasileira. Após conhecer recentemente sua obra junto com meu namorado, que também ganhou um livro e uma dedicatória, entrei em contato com o autor e após alguns e-mails e livros comprados, ainda ganhei de presente a dedicatória e outros mimos (outro livros, folhetins, DVD, aquarela…)  de um cara extremamente simpático.

"para Ariane,
estes bagaços da vida,
com um beijo
do Nicolas”.


>O Bagaço da Laranja . Nicolas Behr

>Enviada por (coleção particular)

>Ela conta: Ganhei esse livro de um poeta marginal, brasiliense por amor e nostálgico por mérito, chamado Nicolas Behr; a obra dele é uma pérola da literatura brasileira. Após conhecer recentemente sua obra junto com meu namorado, que também ganhou um livro e uma dedicatória, entrei em contato com o autor e após alguns e-mails e livros comprados, ainda ganhei de presente a dedicatória e outros mimos (outro livros, folhetins, DVD, aquarela…)  de um cara extremamente simpático.


"A Vera, com beijo do colega, do amigo, do ‘deserdado filho da Vera’ Joelmir Beting 15-08-85”
>Os Juros Subversivos . Joelmir Beting
>Enviada por Vera Lucia Alves (coleção particular)
>Ela conta: Tive o privilégio, a honra, de trabalhar com o Joelmir no jornalismo da Band. Todas as noites, antes de entrar no ar, ele dava uma passadinha na minha sala de pauteira para dar uma última olhada nos jornais e colher dados para os seus comentários e a gente patia um papo. Era sempre assim. O lançamento do seu livro “Os Juros Subversivos” coincidiu com sua despedida da Band naquele ano de 1985. Estava indo para a Globo. Daí a expressão “filho deserdado de Vera”, como despedida.

"A Vera,
com beijo do
colega, do amigo,
do ‘deserdado filho
da Vera’

Joelmir Beting
15-08-85”


>Os Juros Subversivos . Joelmir Beting

>Enviada por Vera Lucia Alves (coleção particular)

>Ela conta: Tive o privilégio, a honra, de trabalhar com o Joelmir no jornalismo da Band. Todas as noites, antes de entrar no ar, ele dava uma passadinha na minha sala de pauteira para dar uma última olhada nos jornais e colher dados para os seus comentários e a gente patia um papo. Era sempre assim. O lançamento do seu livro “Os Juros Subversivos” coincidiu com sua despedida da Band naquele ano de 1985. Estava indo para a Globo. Daí a expressão “filho deserdado de Vera”, como despedida.

"A  Elisa,  pela felicidade  dos seus dragões.  1 beijo  Caio Fernando Abreu  08.88”

>Os Dragões não Conhecem o Paraíso . Caio Fernando Abreu
>Enviada por Thais França (coleção particular . encontrada em sebo)
>Ela conta: Eu não sou “Elisa”, mas sim Thais, a atual dona no livro. O livro foi comprado por mim mesma, para mim mesma em um sebo, logo quando descobri a obra de Caio Fernando Abreu. E embora não seja dedicado a mim, sempre imagino quem terá sido Elisa, quais seriam seus dragões e de certa maneira, não deixo de pensar nos meus próprios dragões. Sempre me pergunto porque será que ela resolveu vender o livro autografado? Será que foi presente do ex-amor, que agora não ama mais? Será que se converteu a alguma religião que não permite ler livros mundanos? Como disse uma vez em um artigo que escrevi sobre a experiência da literatura, os livros que comprei em sebos não são só meus, além das histórias escritas contam sua própria história, contam a história de um outro alguém antes de mim.

"A
Elisa,

pela felicidade
dos seus dragões.

1 beijo
Caio Fernando Abreu
08.88”



>Os Dragões não Conhecem o Paraíso . Caio Fernando Abreu

>Enviada por Thais França (coleção particular . encontrada em sebo)

>Ela conta: Eu não sou “Elisa”, mas sim Thais, a atual dona no livro. O livro foi comprado por mim mesma, para mim mesma em um sebo, logo quando descobri a obra de Caio Fernando Abreu. E embora não seja dedicado a mim, sempre imagino quem terá sido Elisa, quais seriam seus dragões e de certa maneira, não deixo de pensar nos meus próprios dragões. Sempre me pergunto porque será que ela resolveu vender o livro autografado? Será que foi presente do ex-amor, que agora não ama mais? Será que se converteu a alguma religião que não permite ler livros mundanos? Como disse uma vez em um artigo que escrevi sobre a experiência da literatura, os livros que comprei em sebos não são só meus, além das histórias escritas contam sua própria história, contam a história de um outro alguém antes de mim.

"Para Lucas ConradoOfereço esse livrinho com minha amizade e admiração. Foi um verdadeiro prazer conhecê-lo,quero vê-lo escrever cada vez mais.Rio, 07/01/2012.”>As Coisas Simpáticas da Vida . Felipe Peixoto Braga Netto>Enviada por Lucas Conrado (coleção particular)>Ele conta: Conheci o livro meio por acaso e, quando li a crônica “Um turista que nasceu aqui”, me deu uma vontade louca de conhecer a Ponta Verde, em Maceió - AL. Cheguei em Maceió no sábado passado e, hoje à tarde, fui caminhando até Ponta Verde, com o livro debaixo do braço. Chegando no local, reli a crônica, vendo o cenário que ela descrevia bem de pertinho.Sobre a dedicatória, foi do próprio autor. Nos conhecemos em janeiro desse ano, quando ele foi ao Rio de Janeiro (onde moro) passar uns dias.
Essa vontade de ele querer me ver escrever cada vez mais vem do fato de ele ter lido minha crônica sobre o livro dele, em meu blog: http://lucasconrado.blogspot.com.br/2009/04/sugestao-do-meus-pensamentos.html

"Para Lucas Conrado

Ofereço esse livrinho com minha amizade e
admiração.
Foi um
verdadeiro prazer conhecê-lo,

quero vê-lo escrever cada
vez mais.


Rio, 07/01/2012.”



>As Coisas Simpáticas da Vida . Felipe Peixoto Braga Netto

>Enviada por Lucas Conrado (coleção particular)

>Ele conta: Conheci o livro meio por acaso e, quando li a crônica “Um turista que nasceu aqui”, me deu uma vontade louca de conhecer a Ponta Verde, em Maceió - AL. Cheguei em Maceió no sábado passado e, hoje à tarde, fui caminhando até Ponta Verde, com o livro debaixo do braço. Chegando no local, reli a crônica, vendo o cenário que ela descrevia bem de pertinho.

Sobre a dedicatória, foi do próprio autor. Nos conhecemos em janeiro desse ano, quando ele foi ao Rio de Janeiro (onde moro) passar uns dias.

Essa vontade de ele querer me ver escrever cada vez mais vem do fato de ele ter lido minha crônica sobre o livro dele, em meu blog: http://lucasconrado.blogspot.com.br/2009/04/sugestao-do-meus-pensamentos.html